Porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber;

Permita-nos, Senhor, ter a consciência de partir o pão, e sempre ajudar os que estão dormindo ao relento, implorando por um prato de comida.

era estrangeiro, e hospedastes-me;

Que possamos ter um coração livre de qualquer preconceito. Abençoai os refugiados, os imigrantes e todos os apátridas. Que nossa terra esteja de portas abertas para acolher os estrangeiros que sofrem.


Estava nu, e vestistes-me;

Guia-nos até aqueles que não tem o que vestir, e abençoe a cada um destes que nos dão a oportunidade de ver como vós é bondoso conosco, nos dando sempre mais do que precisamos, e assim podermos vestir quem nada tem.

adoeci, e visitastes-me;

Gratidão, amado mestre, por colocar em nossas mãos o fluído vital, capaz de trazer a cura aos doentes. E agradecemos pela dádiva de receber o aprendizado do bem mais valioso – a saúde – quando visitamos os enfermos.

 estive na prisão, e foste me ver.

Abençoe, ó Grande Mestre, aqueles cuja missão é levar a luz ao cárcere. Abençoe, principalmente, aos que estão aprisionados no cárcere moral dos prejulgamentos, do ódio e do desejo de vingança. Mas não esqueça daqueles que anseiam pela liberdade, por um novo limiar.


Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.