Nas asas do Xamã vou voando rumo ao infinito;

Sou vento, sou poeira;

Sou estrada, sou corredeira;

Nas montanhas do Divino sigo escalando;

No brado do tambor;

Sinto a Mãe Terra encher minh´alma de calor;

 

Na jornada da vida que repito;

De encarnação em encarnação;

No corpo em que habito;

Escrevo a história da minha ascensão;

 

Ascendendo ao infinito;

Nas asas do Xamã;

Tornando mais bonito;

Cada dia um novo amanhã.