Muitas vezes, o remédio que se busca está muito perto de si.

Um papel, uma caneta; o analgésico do poeta, a morfina do artista.

Lucidez?

O que é isso?

Talvez seja um misto de sobriedade, somada a uma boa dose explosão de sentimentos jorrando de seu âmago.

Tal como um vulcão, cujas larvas transbordam em um embriagante movimento de integração com o Ser.

Ronaldo Figueira