Hoje em dia, muitas pessoas buscam informações sobre a evolução dos animais. Há muito tempo, os seres humanos encontram nos bichos uma forma de ajuda no seu equilíbrio espiritual.

Cada vida tem sua importância neste planeta. Cada um foi criado por um único “Ser”.

O despertar da importância do desenvolvimento sustentável, bem como outros fatores de proteção ambiental nunca tiveram tanto espaço na agenda política do mundo como agora. Mormente, um meio ambiente equilibrado exige que haja maior atenção aos animais.

Os bichinhos do lar, nossos queridos animais domésticos são os que possuem maior afinidade com os sentimentos humanos, uma vez que possuem facilidade em expressar o que estão sentindo e tem muita habilidade para dar e receber carinho.

Estes animaizinhos são capazes de amolecer os corações mais rígidos e resistentes. Algumas pessoas têm dificuldade de expressar carinho e afeto. Alguns até, sequer beijam seus próprios filhos.

Os indivíduos se tornam cada vez mais frios. É incrível como alguns possuem uma imensa dificuldade em dar um abraço, dizer uma palavra meiga. Neste ponto, os animais domésticos fazem com que essas pessoas superam seus bloqueios, gerando assim, o equilíbrio necessário para o convívio com seus semelhantes.

É importante respeitarmos essas vidas. No entanto, não podemos tratar animais como seres humanos. Quando isso ocorre, há o risco de perder-se na fantasia, fazendo com que a pessoa veja no animal uma fuga da realidade.

Outro grande perigo é a inversão de papéis. Quando se tem um apego excessivo pelos bichos, tratando-os como se gente fossem, há perigo de tratar seus semelhantes como se animais fossem.

É bem verdade que o animal possui um coração mais puro. Muitos são mais dóceis que algumas pessoas que conhecemos. São compreensíveis, entendem quando estamos magoados ou irritados, pois estarão (diferentemente do ser humano), sempre prontos para nos dar carinho.

Eis aí o grande problema.

É óbvio que é mais fácil lidar com um cachorrinho, um gato, do que um de nossos semelhantes. O ponto chave dessa questão é que não seria justo de nossa parte exigir sermos bem tratados pelas pessoas, mesmo quando estamos de mal humor.

Mesmo quando somos os primeiros a ofender, a magoar, a expressar irritação e assim por diante.

Seja como for, é sempre bom ter alguém por perto para nos dar carinho e afeto. Precisamos aprender a sermos afetuosos com os animais,sem esquecer que a lição que eles nos trazem serve para que possamos aplicá-las a nossos semelhantes.
Ronaldo Figueira