Temos a impressão de que Deus está distante. Para suprir esta distância, criamos templos, imagens, figuras mitológicas e assim por diante. Tudo para que possamos dar maior concretude ao pensamento.

De fato, abstrair-se ao ponto de chegarmos à Grande Inteligência Divina, não é tarefa fácil.

Há ocultistas que por não conseguirem desenvolver tal capacidade de abstração, tornaram-se incrédulos. Outros preferiram aceitar os dogmas das religiões medievais sobre a existência de Deus.

Diante disto, é preciso estabelecer a diferença entre o cético e o incrédulo. Enquanto este não crê em nada, o cético questiona. Através de seus questionamentos, encontrará o conhecimento e será, um dia, crente em suas convicções.

A humanidade vive um novo tempo. As escolas doutrinárias medievais não conseguem mais esclarecer os espíritos encarnados, na atualidade.

Precisamos plantar as idéias da coexistência de universos paralelos e de que todos somos um.

Existem consciências ansiosas em receber ensinamentos sobre o outro lado da vida, a reencarnação e demais assuntos vistos, até então, como esotéricos.

Concentremos nossos esforços a fim de que uma consciência universal possa nos guiar e permitir que o mundo reflita sobre sua própria existência, sua missão e sua essência; o Todo.

Ronaldo Figueira